
“No Afeganistão, mulher apixonada é tabu. É proibido pelos conceitos de honra rigorosos do clã e pelos mulás. Os jovens não têm o direito de se encontrar para amar, não têm o direito de escolher. Amor tem pouco a ver com casamento, ao contrário, pode ser um grave crime, castigado com a morte. Pessos indisciplinadas são mortas a sangue-frio. Caso pena um dos dois tenha de ser castigado com a morte, invariavelmente é a mulher.”
Trecho do livro “O Livreiro de Cabul” – Asne Seierstad
Até que ponto a mulher vai ser considerada submissa ao homem? Essa época já passou! A época onde a mulher tinha que cuidar da casa, respeitar as ordens do pai e quando casar, viver em função do marido.
Hoje, conquistamos os nossos direitos e nos tornamos uma “multi mulher”. Cuidamos da casa, dos filhos, do marido, trabalhamos, nos divertimos e ainda encontramos tempo para cuidar da aparencia.
É Difícil de acreditar que em países, como o Afeganistão, mulheres ainda vivem uma vida que praticamente não as pertece, porque não têm escolhas e nem vontade própria. Tudo é decidido pelo homem. A única coisa que resta para elas é sofrer em paz, e usam a escrita como forma para desabafar.
“Pessoas cruéis vêem um velhinho
a caminho da minha cama
E ainda me perguntam por que choro e arranco os cabelos.
Meu Deus! De novo ne mandastes a noite escura
E de novo tremo da cabeça aos pés
Por ter que subir na cama que odeio.”
“O Livreiro de Cabul” – Asne Seierstad


